Ontem vivi mais um dia das mães, graças a Deus, com Mary - minha mãe - em volta da mesa da granja, num almoço especial! Também estavam lá: papai (é claro!), dois de meus 4 irmãos e Lurdinha, que faz parte da família desde o século passado!
Dessa vez fizemos diferente: cada um levou um prato especial. Tudo ficou muuuuuito gostoso. Vamos lá: tivemos lasanha de camarão, salmão de forno, salpicão, nhoque de forno, arroz com brócolis, sorvete de frutas tropicais e um mousse de limão que minha cunhada "Mi", a "Mi do Xú", mandou para a sogra (que fôfo!).
A bem da verdade, na hora da oração à mesa, sentimos falta dos ausentes... Como se acostumar com "cadeiras vazias"? Dois de nós estavam longe e as cunhadas estavam com as respectivas mães, do mesmo modo que os netos da minha mãe. Mas o que conta é que todos estão bem!
Pois é, conversamos, rimos, comemos muito e ainda deu tempo para uns cochilarem nas redes do terraço!
No meio da tarde voltamos - cada um - para sua casa. Os meninos saíram primeiro e foram à casa de minha avó parabenizá-la pelo dia especial. Eu fui deixar Lurdinha em casa e, depois, também estive na casa de vovó. Esse foi o seu dia das mães número 73... Incrível!!!
Na manhã desse domingo dedicado às mães, agradeci à Mary por ser e sempre ter sido a mãe que ela não precisava ser! Quando engravidou da primeira das 6 gestações, ela não sabia o que era ser mãe. O pior é que para tanto não havia um manual de instruções.
O tempo passou e hoje, chegando aos 44 anos, percebo que ela se superou... Ela só precisava ser mãe, mas foi além... Ela foi e tem sido a MINHA mãe, amiga, parceira, conselheira, e por aí vai! Defeitos? Claro que ela, eu e todos temos, afinal somos humanos. Mas sei que suas qualidades superam - em muito - os defeitos que tem.
O que pedir mais a Deus? Só posso rogar que Ele continue a abençoá-la com saúde e paz, e que eu a tenha por perto desfrutando da vida abundante (que apenas encontramos em Jesus) por muuuuuuuuuuuuuuuuuitos anos!!!
À Mary o meu carinho, o meu respeito, minha admiração e o desejo de ser pelo menos metade da mãe que ela é, caso um dia eu tenha filhos!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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